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Areia lavada e queimada

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boletim1O CECI apresenta a nova série BOAS PRÁTICAS DA GESTÃO DO RESTAURO por ocasião do lançamento da 14a edição do Curso de Gestão de Restauro.

A primeira ficha aborda a questão da aplicação da areia in natura na produção de argamassas e concretos sem os cuidados da lavagem. Não faz muito tempo que o procedimento de lavar areia nos canteiros de obras era uma tarefa corriqueira. Também, queimar a areia (calcinação) era um serviço que fazia parte das composições de preços para a produção de argamassas de revestimentos externos. Os rebocos denominados simili-granito, pedra-fingida ou argamassa raspada* não dispensavam a lavagem e a queima da areia, após essa passar pelo processo de peneiramento.

Os serviços de peneirar, lavar e queimar a areia faziam parte de especificações de obras e entravam nas composições de preços de serviços com apropriações de tempo, volume e custo de produção.

Em Pernambuco, Brasil, desde a década de 1970 que o setor imobiliário da construção civil deixou de lavar e queimar a areia. Não sei ao certo o porquê de essas boas práticas da construção terem sido abandonadas... Tempo? Custos? Sejam quais forem os motivos é inaceitável ver agregados imundos (vide foto abaixo) serem aplicados na produção de rebocos, concretos e outras argamassas.

Baixe aqui a Edição n. 01/2013

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Encargo de queimar a areia, publicado no DOU-Diário Oficial da União de nov/1933. Lavagem de areia fina em canteiro de obra. Foto do autor.

Jorge Eduardo Lucena Tinoco, arquiteto, responsável técnico do CECI

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* Sobre esse assunto vejam a próxima edição do Boas Práticas da Gestão do Restauro

 

Boas Práticas da Conservação

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As Boas Práticas da Gestão da Conservação é uma série de fichas técnicas, elaboradas por profissionais e especialistas, com o objetivo de divulgar os estudos e as pesquisas, cujas experiências práticas têm se mostrado confiáveis e exitosas. 

O compromisso com a utilização das boas práticas, em qualquer campo do conhecimento, é a garantia de se trabalhar bem e produzir bons resultados. As boas práticas são recomendadas como um modelo para se obter o melhor benefício com base na experiência acumulada.  .


O CECI apresenta duas séries de fichas para divulgação das boas práticas da conservação do patrimônio cultural construído:

 

Boas Práticas da Gestão da Conservação Urbana

Boas Práticas da Gestão de Restauro - Volume 1

Boas Práticas da Gestão de Restauro - Volume 2

Boas Práticas da Gestão de Restauro - Volume 3

Boas Práticas da Gestão de Restauro - Volume 4

Boas Práticas da Gestão de Restauro - Volume 5


 

Restauração de azulejos, mosaico e ladrilhos

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TXT-capa56 Mais um Texto para Discussão é oferecido à comunidade científica da conservação do patrimônio cultural construído. Trata-se da comunicação Restauração de Azulejos, Mosaico e Ladrilhos – Cases de Gestão de Restauro. Este Texto acaba de ser apresentado pelo arquiteto Jorge Eduardo Lucena Tinoco, no II Encontro Luso Brasileiro de Conservação e Restauração, realizado na cidade de São João Del Rey, em Minas Gerais de 1 a 4 de agosto/2013, pela Universidade Católica do Porto (Portugal) e Universidade Federal de Minas Gerais (Brasil).

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Restauração da Sacristia e Ordem Terceira São Francisco de Olinda

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sf_ot_rel O CECI divulga os projetos de conservação dos bens artísticos integrados da Venerável Ordem Terceira de São Francisco de Olinda, especificamente, dos subprojetos de substituição do sistema elétrico do edifício e de conservação das pinturas dos forros da sacristia e da Capela dos Noviços.

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Plano de Gestão da Conservação

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TxT-capa55O CECI lança mais um Texto para Discussão, o número 554, da Série II - Gestão de Restauro, do arquiteto Jorge Eduardo Lucena Tinoco. Trata-se da  TEORIA E PRÁTICA DA CONSERVAÇÃO – As Experiências do CECI no uso de Materiais e Técnicas Tradicionais.
Esse texto é uma comunicação que foi apresentada no I Encontro Luso-Brasileiro de Conservação e Restauro, realizado em 26 e 27 de Setembro de 2011, na cidade do Porto, Portugal, promovido pelo Departamento de Arte e Restauro da Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa. O Texto faz-se uma narrativa sobre os materiais e as técnicas construtivas em Pernambuco, apresentando-se as origens, os mestres artífices e os principais ofícios tradicionais.  Mostra-se a pertinência do uso dos materiais e técnicas construtivas tradicionais na conservação e restauro do patrimônio construído com um dos fatores de intervenções sustentáveis e inteligentes. O Texto apresenta ainda algumas experiências do CECI no âmbito das intervenções de conservação a partir dos estudos e práticas ao longo das onze edições do curso de Gestão de Restauro e da prestação de serviços especializados executados pela Instituição
TxT-capa55 O CECI lança mais um Textos para Discussão, o número 55, da Série II - Gestão de Restauro, do arquiteto Jorge Eduardo Lucena Tinoco. Trata-se da PLANOS DE CONSERVAÇÃO - do ensino à prática, da academia aos canteiros de obras.
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Texto para Discussão V. 54

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O CECI lança mais um Texto para Discussão, o número 54, da Série II - Gestão de Restauro, do arquiteto Jorge Eduardo Lucena Tinoco. Trata-se da  TEORIA E PRÁTICA DA CONSERVAÇÃO – As Experiências do CECI no uso de Materiais e Técnicas Tradicionais.

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Mestres Artífices em Pernambuco

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O Programa Monumenta do Ministério da Cultura acaba de lançar mais um volume da série Cadernos de Memória, trazendo a inventariação dos Mestres Artífices de Pernambuco. O professor Jorge Euardo Lucena Tinoco faz a introdução desse importante documento/pesquisa elaborado pela ARO Arquitetos Associados.

Disponível para download no link do Monumenta

 

 

Teoria e Prática da Conservação

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O Centro de Investigação em Ciência e Tecnologia das Artes - CITAR/UCP (Porto-PT) editou as Actas do I Encontro Luso-Brasileiro de Conservação e Restauro, realizado na cidade do Porto-Portugal, 2011. Pelo CECI participou o professor e arquiteto Jorge Eduardo Lucena Tinoco convidado pela Universidade Católica do Porto, através da Prof. Dra. Eduarda Vieira, para apresentar a comunicação:

Teoria e Prática da Conservação no Uso de Materiais e Técnicas Tradicionais – As Experiências do CECI.

 

Texto para Discussão V. 53

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O Texto para Discussão no. 53 DYNAMIC INTEGRITY: A NEW CONCEPT TO APPROACH THE CONSERVATION OF HISTORIC URBAN LANDSCAPE (HUL) de Silvio Mendes Zancheti e Rosane Piccolo Loretto apresenta uma nova conceituação de integridade para ser utilizada um áreas urbanas patrimoniais complexas. O conceito foi concebido para instrumentar a abordagem da das Paisagem Urbana Histórica, proposta pela Unesco recentemente. O texto foi apresentado na Conferência Internacional Heritage Under Pressure – Perspectives of HUL realizado na cidade de Baku (Azerbaijão) entre os dias 25 e 29 de Abril de 2012. O seminário foi organizado pelo ICOMOS International Scientific Committee for Theory and Philosophy of Conservation and Restoration (TheoPhilos), o ICOMOS International Scientific Committee on Historic Towns and Villages (CIVVIH) e a Romualdo Del Bianco Foundation.

 
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