O Convento Franciscano

A escola Franciscana de Arquitetura

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O convento de Nossa Senhora das Neves faz parte de um magnífico grupo de conventos construídos pela Ordem Franciscana no litoral do Nordeste brasileiro durante o período colonial, que são considerandos como a primeira manifestação de uma arquitetura legitimamente brasileira (Bazin, 1983:137; Gomes, 2002:11). Os franciscanos adotaram soluções inéditas ao adaptarem elementos e funções da vida monacal medieval e renascentista às condições tropicais. Esses conventos não foram produtos isolados da criação individual, mas sim de um contínuo processo de adições e reformas que se desenvolveu de acordo com uma particular e clara concepção arquitetônica da vida monacal. O programa arquitetônico desses conjuntos apresenta algumas características constantes, como:
  • Um claustro com uma série de atividades estruturadas ao redor;
  • Uma igreja que se destaca como um corpo mais alto no conjunto, com nave única, capela-mor, sacristia e coro;
  • Um campanário único, elemento vertical de destaque da composição, geralmente recuado da fachada e localizado em uma das ilhargas do templo;
  • Uma fachada marcada pela presença da galilé, espécie de nártex que precede a igreja, elemento que remonta às origens do cristianismo;
  • Um adro com o cruzeiro estendendo-se em frente à igreja.

Espaço de meditação, oração e recolhimento, o claustro recebeu um tratamento diferenciado. Foi a partir dele que orbitaram todas as unidades arquitetônicas integrantes do conjunto. Os claustros possuíam nítida inspiração renascentista, composto por graciosas arcadas, geralmente de ordem toscana, encimada por outra galeria. Ao redor do claustro estavam os locais da vida comunal, como refeitórios e bibliotecas no primeiro pavimento, além dos acessos à nave da igreja e a outros espaços religiosos. Muitas vezes os dormitórios abriam-se para o claustro no segundo andar (Teles, 1975:28; Bazin, 1983:149).

A nave da igreja estava geralmente do lado esquerdo do claustro. Com a exceção de Salvador, todas possuíam nave única, com a capela-mor pouco profunda e mais estreita. Uma das marcas das igrejas franciscanas reside na implantação das capelas das Ordens Terceira, que eram, muitas vezes, engastadas perpendicularmente em relação à nave das igrejas para onde abriam-se diretamente para através de grandes aberturas emoldurada por arcos.

Em relação ao aspecto externo, esses complexos apresentavam fachadas austeras e despojadas, com toda a atenção voltada para o frontispício que recebia um tratamento diferenciado. Uma marca dos conventos franciscanos é a galilé, ou o nártex reentrante, elemento que remonta às primeiras basílicas cristãs, quando eram criados pórticos para abrigar os não-batizados.Esse elemento foi retomado no Brasil pelos franciscanos e beneditinos, demonstrando o esforço de adaptação às condições climáticas tropicais, na medida em que provia uma adequada transição entre o exterior e o interior da igreja.

As fachadas apresentavam dois tipos de frontispício. O primeiro, o mais simples e clássico, era encimado por um frontão triangular, cuja origem parece remontar ao convento de Ipojuca, e de forma mais geral à arquitetura-chã portuguesa (Sousa, 2005:27-28; Bazin, 1983: 151). O segundo tipo, cuja origem se encontra na fachada do convento de Cairu, na Bahia, apresentava uma composição monumental de formato piramidal, realizada pela superposição de pavimentos decrescentes.

Outra particularidade dos conventos franciscanos reside no enquadramento urbanístico, particularmente peloamplo adro balizado por um cruzeiro de pedra, que constitui solução inédita e particular dessa ordem. Além de prover espaços adequados para se admirar a fachada, o adro funcionava como elemento de intermediação, entre o aspecto mundano da cidade e o caráter sacro do convento, clamando por uma atmosfera de resignação (Campello, 2001:51; Fonseca, 1988: 25; Bazin, 1982:152).

 

Localização, propriedade e vínculos legais de proteção

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O Conjunto Franciscano localiza-se no núcleo histórico da cidade de Olinda, Estado de Pernambuco, Brasil. A propriedade tem o regime do direito privado, pertencendo à Província Franciscana de Santo Antônio do Brasil, que administra os bens móveis e imóveis dos franciscanos nos Estadosda Bahia, Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte e Ceará

O centro histórico de Olinda foi tombado, pelo Governo Federal em 1968, e reconhecido, pela UNESCO, como Patrimônio Cultural da Humanidade em 1982.O Conjunto Franciscano foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), em 22 de julho 1938 e inscrito no Livro Belas Artes. Sob a égide da legislação federal, instituída a partir do Decreto-Lei n° 25, de 30/novembro/1937, o Sítio Histórico de Olinda (SHO) regula-se pela Re-ratificação do Polígono de Tombamento do Município e seu Entorno, por meio da Notificação de nº. 1155/79. Este documento classifica o convento como Setor C (Área verde de preservação rigorosa), Sub-setor C3 (área especial de proteção florestal) que determina que as obras ou novas formas de ocupação não impliquem em aterros, desmontes e/ou alterações de vegetação existente, e não ultrapassem a taxa máxima de ocupação de 5% (cinco) da área e gabarito máximo de 01 (um) pavimento. Em relação à legislação municipal de proteção, o Conjunto Franciscano está inserido na Zona de Especial Proteção Cultural (ZEPC1), no chamado Conjunto Monumental, Setor Verde 1 (SV 1), área de grande densidade de vegetação e solo virgem que envolvem monumentos tombados. O Art. 26, Lei Municipal n° 4.849/1992, determina que não seja aumentada a taxa de ocupação existente e que as novas obras, que não podem ultrapassar 1 (um) pavimento e nem impliquem em aterros, desmontes e/ou alteração da vegetação existentes.

 

Usos e ocupação atuais

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Apesar da redução da significância da vida religiosa na sociedade atual, os franciscanos conseguiram manter por mais de quatro séculos o uso religioso do Conjunto Franciscano, com missas acontecendo aos domingos.O convento possui seis frades que residem nele permanentemente e quatro funcionários encarregados dos serviços gerais.

O convento ainda abriga o curso de teologia do Instituto Franciscano de Teologia de Olinda (IFTO), que conta com setenta alunos e objetiva a formação de novos quadros religiosos. O curso ocupa três salas de aula existentes no primeiro pavimento, alem de salas para secretaria, para professores. O curso ainda não funciona como é desejado em termos de infra-estrutura e existe a necessidade de expansão, visto a entrada de novos alunos de diversas regiões do Nordeste.

O convento é aberto à visitação turística, sendo um das principais atrações turísticas de Olinda, chegando a receber 4.000 turistas por mês, entre os meses de janeiro e março. Os visitantes têm acesso apenas ao térreo, incluindo a nave da igreja, à sacristia, à Capela de Santa Ana, ao claustro e ao terraço. O convento é utilizado ainda para casamentos, recepções, seminários e encontros de empresas, com recepções que podem chegar a300 ou 400 pessoas circulando entre a igreja, o claustro e o terraço.

Portanto, diante da já referida redução da atividade religiosa, o convento apresenta grandes espaços ociosos no seu dia-a-dia. As funções permanentes e temporárias que ele abriga acontecem de forma precária, necessitando de investimentos e melhorias para que desempenhem adequadamente sua função. O convento oferece espaços únicos e de singular beleza artística para eventos, mas eles carecem de uma infra-estrutura de suporte apropriada, como banheiros, cozinha e espaços para estoque, no caso de recepções de maior porte.

 

As partes do Conjunto

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O conjunto arquitetônico tem uma área de projeção construída de 3.349 m² em um terreno com 28.190 m², portanto, com uma taxa de ocupação de 11,87% (Figura 1.1). A área total construída é de 6.294 m², contabilizando os anexos. O Conjunto Franciscano de Olinda é uma edificação de três andares, que pode ser dividida em dois setores: o Convento Franciscano e a Ordem Terceira. A interseção desses dois setores encontra-se na passagem da Igreja de Nossa Senhora das Neves para a capela de São Roque (fig.1.2).

Figura 1.2: O Conjunto Franciscano e a cerca conventual Figura 1.2: Pavimento térreo
Figura 1.2: O Conjunto Franciscano e a cerca conventual Figura 1.2: Pavimento térreo
Figura 1.3: Áreas do pavimento térreo
Figura 1.3: Áreas do pavimento térreo

O pavimento térreo é composto por três áreas (Figura 1.3). A primeira área é privativa dos frades e funcionários do Convento. É composta por cozinha, refeitório, despensa, depósitos, sanitários e garagem. Também fazem parte dessa área a copa e a biblioteca, acessível, também, aos professores e estudantes do curso do Instituto Franciscano de Teologia de Olinda (IFTO).

A segunda área, aquela aberta à visitação pública, inicia-se pela portaria do Convento, seguindo pelo parlatório. Esse ambiente dá acesso ao auditório, à circulação do terraço, ao claustro e ao primeiro andar, restrito aos frades. O claustro, por sua vez, dá acesso à Capela de Santa Ana, à capela do Capítulo, ao corredor de circulação que leva à sacristia e à nave daIgreja.

A terceira área corresponde à Ordem Terceira, que encontra-se à esquerda da igreja, ou seja, no lado norte do Conjunto. Apenas à nave e à capela-mor de São Roqueé permitido o acesso do público. A sacristia e suas dependências, a capela do Senhor, a portaria, o auditório e o pátio são de acesso restrito aos membros da Irmandade. No segundo pavimento da Ordem Terceira, encontram-se apenas o consistórioe a presidência.


'Figura 1.4: Áreas do primeiro pavimento Figura 1.5: Segundo pavimento
Figura 1.4: Áreas do primeiro pavimento Figura 1.5: Segundo pavimento

Os primeiro pavimento é de uso exclusivo dos frades e dos estudantes e professores do IFTO. O primeiro pavimento possui áreas privativas aos frades, com suas celas, rouparias e depósitos. Há ainda uma área destinada ao IFTO, com três salas de aula, secretarias e sala dos professores e áreas comuns. Existem ambientes de uso comum para frades, professores e estudantes (Figura 1.4). O segundo pavimento é de uso restrito aos frades do Convento e é composto por celas dos residentes, para visitantes religiosos, além de banheiro, biblioteca e sala de recreação (Figura 1.5).

 

As características da construção

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O sistema construtivo que o Conjunto Franciscano de Olinda apresenta é coerente com as técnicas e materiais utilizados no período colonial brasileiro – sistema composto por alvenarias estruturais em pedras e tijolos, apoiando uma cobertura em madeira sob telhas cerâmicas (Figura 1.6). Esse sistema étipicamente luso-brasileiro, caracterizado por maciços em pedras ou tijolos, argamassados e revestidos com uma mistura de cal, com areia ou argila. A essa estrutura auto-portante soma-se a adoção de cercaduras em pedras lavradas (cantaria) para marcar os vãos de portas, janelas e arcos. Ao sistema maciço e estático das alvenarias, juntam-se as estruturas flexíveis e articuladas do madeiramento dos pisos acima dos rés-do-chão e das coberturas. Todas as alas do Conjunto Franciscano possuem barroteamento com traves de madeira, que apoiam assoalhos ou forros. Sobre as estruturas de madeira dos assoalhos assentam-se as paredes divisórias em taipa ou estuque (tabique), as quais delimitam as celas dos frades e outros ambientes.


Figura 1.6: Esquema do sistema construtivo
Figura 1.6: Esquema do sistema construtivo

O sistema construtivo das coberturas apresenta dois modelos comuns à colônia luso-brasileira: tesouras e terças de empena a empena. A maioria dos telhados não tem mais a técnica autêntica dos caibros roliços e ripas de embira (trama) e das madeiras lavradas (estrutura), sendo substituída pelo madeiramento serrado, industrializado.As principais técnicas das artes decorativas no Conjunto Franciscano de Olinda estão nos revestimentos das paredes, dos pisos e dos tetos. Existem um formidável patrimônio representados pelos painéis de azulejos existentes na nave (Figura 1.7).


Foto 1.7: Painel de azulejos do claustro Foto 1.8: Tijoleira do claustro
Foto 1.7: Painel de azulejos do claustro Foto 1.8: Tijoleira do claustro

Nos pisos existem dois materiais e técnicas distintas de grande importância para a leitura das épocas dos ambientes: tijoleiras e ladrilhos hidráulicos.No claustro, alpendre do belvedere, corredor da sacristia e capela do capitulo, as tijoleiras de barro cozido de confecção artesanal assinalam, pelo desgaste do tempo, os períodos mais remotos da construção ou as intervenções mais recentes (Figura 1.8). Os ladrilhos hidráulicos estão presentes principalmente na nave e capela-mor da igreja e nas Capelas de São Roque e Santa Ana (Fotos 1.9).

Foto 1.9: Principais tipos de ladrilhos hidráulicos
Foto 1.10: Imagens dos forros do Conjunto

Foto 1.9: Principais tipos de ladrilhos hidráulicos Foto 1.10: Imagens dos forros do Conjunto

Nos tetos dos ambientes, há alguns excelentes exemplos de técnicas construtivas na elaboração de forros em madeira, tais como artesoado, emoldurado, caixotão, tábuas corridas (lisos), com rompantes e roda-teto (cimalha) (Fotos 1.10). Os forros da nave e capela-mor da Ordem Terceira e os da Ordem Primeira e Convento têm técnicas elaboradas na talha e decoração sobre madeira. Os forros guardam suas principais características técnico-construtivas: madeiras lavradas, fixadas com pregos e cravos em ferro forjado.
 

Principais danos e patologias

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Uma análise geral revela o estado de relativa conservação de suas estruturas e reflete bem os cuidados da ordem, do IPHAN e das demais instituições envolvidas no processo de conservação e restauro Essas obras tiveram como orientação geral o uso de técnicas e materiais contemporâneos, algumas vezes de forma radical (e talvez necessária), como foi o caso das obras empreendidas na sacristia, onde predominou o uso do concreto armado. Os materiais e técnicas construtivas tradicionais foram geralmente desprezados, sendo evidente a perda de autenticidade nas ações em que foram inseridos.Foi comum a prática da reposição de rebocos com o uso do cimento tipo Portland em todos os tipos de argamassa, e o uso de tintas, vernizes e esmaltes sintéticos. Como conseqüência, algumas das patologias atuais são decorrentes justamente das diferenças entre os materiais novos e os antigos.

A identificação dos principais danose patologias, suas causas e as intervenções reparadoras foi realizada com a elaboração de um mapeamento geral do Conjunto, ambiente por ambiente. Esse procedimento resultou numa visão qualitativa dos danos e patologias. Os elementos construtivos analisados foram: alvenarias, cantarias, esquadrias, forros, pisos, talhas de madeira e instalações elétricas.

Os principais danos nas alvenarias do convento são rachaduras e trincas. Há uma concentração quase absoluta desses danos, sobretudo na zona entre a nave da igreja do convento e a sacristia, sugerindo uma origem ou fenômeno único. Esses danos estão provavelmente relacionados tanto com a situação geológica onde se fundou o Conjunto. Presume-se que tais rachaduras devam-se às diferenças de estabilidade entre as antigas e a novas fundações da sacristia. As patologias da década de 1980 encontram-se sanadas, ou seja, as rachaduras atualmente visíveis na área do convento são novas e estão justamente localizadas

O estado atual de conservação dos azulejos do convento não é satisfatório (Figuras 1.32 e 1.33). No claustro, por exemplo, a situação é crítica, indicando que as causas dos antigos danos não foram resolvidas. Notam-se descolamentos e um número razoável de perda de vidrado próxima às juntas. Uma hipótese é que tais danos podem estar associados não apenas às patologias comuns em áreas próximas do mar (salinização), mas à ação de agentes mecânicos sobre as alvenarias que servem de suporte aos azulejos.Esses agentes mecânicos podem levar enfraquecimento do material ocasionando desde micro-fissuras até o rompimento e desprendimento da peça de seu suporte. A intensidade da ação desses agentes depende da resistência do azulejo, variando de acordo com a composição da matéria-prima utilizada na sua fabricação. Os agentes externos causadores de tensões nos azulejos incluem as cargas de compressão ou flexão que provocam lesões nas paredes e dilatação térmica. Os agentes internos são os sais existentes nos azulejos (geralmente cloretos, sulfatos e nitritos), que .podem ser provenientes da argamassa de assentamento, da alvenaria, do solo, da atmosfera, de material orgânico, ou mesmo de argamassas de cimento utilizadas em intervenções anteriores.

Foto 1.32 Preenchimento de vazios com argamassa Foto 1.33 Perda de vidrado
Foto 1.32 Preenchimento de vazios com argamassa Foto 1.33 Perda de vidra

Os danos mais comuns levantados na cantaria foram perdas, fissuras e alterações cromáticas superficiais, formações de camadas escuras resultantes de impurezas ambientais. (Figuras 1.34 e 1.35), Esses danos estão disseminados por toda a área do Conjunto Franciscano, mas o claustro, por ser um ambiente constantemente exposto às intempéries e sujeito à grande circulação de pessoas, concentra um grande número de patologias Além disso, é uma área que sofreu variadas intervenções, muita delas danosas à própria estrutura, como os antigos restauros, realizados com argamassa de cimento.

Foto 1.34 Crosta negra e fissuras Foto 1.35 Fissura
Foto 1.34 Crosta negra e fissuras Foto 1.35 Fissura

Observou-se que um mesmo grupo de patologias afeta as esquadrias, forros, pisos e talhas de madeira. As condições tropicais favoráveis provocam na madeira uma razoável quantidade de microorganismos. Os fungos e os insetos xilófagos, cupins, foram identificados como os maiores causadores da deterioração das madeiras do Conjunto Franciscano. As janelas e portas do Convento foram constantemente reparadas desde as primeiras intervenções do IPHAN. Houve, nesse processo, a substituição de tintas tradicionais por tintas industriais à base de óleo ou esmalte sintético. Da mesma forma, na escolha das madeiras utilizadas em seus reparos se recorreu às disponíveis no mercado e nunca às originais. O estado das talhas não é satisfatório e a pintura apresenta-se descascada ou desbotada (Fotos 1.36 e 1.37). Em alguns casos, nota-se a falta de peças e a presença de insetos xilófagos. São pouco expressivos os danos nos assoalhos com danos restritos a áreas diminutas, visto que, em 1998, foi trocado todo o madeiramento do piso do bloco conventual o qual se encontrava afetado por fungos e insetos.

Foto 1.36 Porta almofada resseca pelo sol Foto 1.37 Talha na Capela de São Roque
Foto 1.36 Porta almofada resseca pelo sol Foto 1.37 Talha na Capela de São Roque

Os principais forros de importância artística foram alvo de ações reparadoras desde as primeiras intervenções no Conjunto Franciscano. Desta forma, já foram recuperados os belo forro artezoado da Capela de São Roque da Ordem Terceira e as pinturas do forro em caixotões da sacristia, quando se removeu o verniz oxidado e uma nova proteção foi aplicada. Mesmo assim, pode-se verificar a existência de danos como a desagregação e o descascamento de pinturas (Fotos 1.38 e 1.39).

Foto 1.38 Podridão da Madeira
Foto 1.39 Desagragação/descascamento da pintura
Foto 1.38 Podridão da Madeira
Foto 1.39 Desagragação/descascamento da pintura
 
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